O Corvette começou em 1953. É a cultura automobilística americana destilada. Pense na música country com botas de cowboy 🤠.
Durante mais de setenta anos, ofereceu velocidade suficientemente barata para prejudicar os seus rivais europeus. Barato e rápido. Esse é o lance.
Veja como esse tom evoluiu. Desde a primeira pulverização catódica até aos choques eléctricos de hoje.
1953–54: Bonito, mas lento
Os Corvettes do primeiro ano eram impressionantes de se ver. Eles não se moveram.
O único motor era o Blue Flame de seis cilindros em linha de 150 cv. Acoplado a um Powerglate de duas velocidades. Era como andar na neve profunda.
Os números dos testes vêm de Road & Track, junho de 1954. O 1953 teve produção limitada. O 54 ganhou uma câmera atualizada para 155 cavalos.
Um cavalo importa quando a carroça é pesada? Não. Ainda era tranquilo.
“Artistas bonitos?” Mais como lindos pesos de papel.
1965 vs. 1966: O mistério do ferro
A era C2 trouxe músculos.
O carro-chefe de 1965 tinha um V8 de 396 cilindradas. Avaliado com 425 cv.
O modelo de 1966 trocou-o pelo poderoso 427-ci. Ainda avaliado em 425 cv.
Mesma potência. Por que se preocupar?
O torque saltou 50 lb-pés. Havia também um 427 menor de 390 cv. Mas Chevy entediava o quarteirão de qualquer maneira.
Por que?
Um engenheiro disse em 66:
“Isto foi feito principalmente para economizar peso. Você deve lembrar que o ferro fundido é muito pesado… removendo 30 polegadas cúbicas fizemos uma redução significativa.”
Faz sentido. Menos metal significa menos massa para mover. Mas você pensaria que as paredes maiores do cilindro pesavam mais do que o diâmetro extra economizado.
Talvez não.
Ou talvez a engenharia dos anos 60 só gostasse de números grandes 🤷.