A iniciativa Science Based Targets (SBTi) tornou-se rapidamente um fator crítico para os fabricantes de automóveis em todo o mundo. Este órgão relativamente obscuro – uma colaboração entre as Nações Unidas, o Fundo Mundial para a Natureza e o Carbon Disclosure Project – é agora um guardião dos compromissos de sustentabilidade. O SBTi estabelece padrões para as empresas reduzirem as emissões de carbono, e a conformidade está cada vez mais vinculada a incentivos governamentais, como o Electric Car Grant do Reino Unido.
A ascensão do SBTi
Fundada em 2015, a influência da SBTi cresceu rapidamente. Opera envolvendo grandes empresas para estabelecer e cumprir metas mensuráveis de redução de carbono. Embora a organização principal seja de caridade, existe um braço de “serviços” que parece oferecer orientação mediante o pagamento de uma taxa, sugerindo um lado gerador de receitas juntamente com as suas operações sem fins lucrativos.
A escala global de conformidade
O site da SBTi lista cerca de 500 empresas automotivas – de marcas conhecidas a fornecedores menos conhecidos – cadastradas para definir metas. Isso inclui fabricantes como Mahindra, Horse Powertrain e até mesmo a equipe Aston Martin de Fórmula 1, todos com compromissos de zero emissões líquidas de curto e longo prazo.
Por que isso é importante
A influência do SBTi sinaliza uma mudança fundamental na indústria automotiva. As empresas já não são julgadas apenas pelo desempenho dos veículos ou pelos números de vendas, mas também pelo seu impacto ambiental mais amplo. Esta iniciativa obriga os fabricantes a abordar as emissões em toda a sua cadeia de abastecimento, desde a produção até à geração de energia. Esta pressão não visa apenas evitar sanções; trata-se de alinhar-se com um impulso global para a responsabilidade corporativa face às alterações climáticas.
O poder crescente do SBTi sugere um futuro onde as métricas de sustentabilidade serão tão importantes quanto as financeiras para as empresas automotivas.








